Reservas de petróleo bruto diluído no Porto José em Caracas aumentam para quase cinco milhões de barris

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Como se sabe, o petróleo é a mais importante fonte de energia da actualidade, utilizado principalmente na forma de combustíveis automotivos, como a gasolina e o óleo diesel, queimado no funcionamento das usinas termoeléctricas, que possibilita a realização de inúmeras actividades em benefícios das sociedades.

A Petrolífera Estatal Venezuelana, (PDVSA) suspendeu envio de petróleo para a Europa, no âmbito de um acordo que permitia usar hidrocarbonetos para pagar dívidas da empresa estatal venezuelana, informou, este domingo (14), o portal World Energy Trade (WET), citado pela imprensa venezuelana.

Segundo o órgão de informação venezuelano, especializado em petróleo, gás, electricidade, minerais e minas, a PDVSA “pediu à italiana ENI e à espanhola Repsol que lhe forneçam combustível em troca de futuros abastecimentos”.
“Soube o Jornal de Angola que os termos do acordo não forneceram o dinheiro e o combustível necessário à PDVSA, cujas próprias refinarias enfrentam problemas para produzir gasolina e gasóleo suficientes para o consumo interno, após anos de desinvestimento e escassa manutenção”, segundo a companhia.

O WET precisa que Washington autorizou a Venezuela a enviar petróleo para a Europa “desde que as receitas fossem utilizadas para pagar a dívida acumulada da PDVSA a empresas com a ENI e a Repsol”. Por outro lado, explica que em Agosto, “de acordo com o calendário de embarques da PDVSA, não há janelas de carga atribuídas à ENI ou à Repsol para envios com destino à Europa embora as reservas de petróleo bruto diluído no Porto José em Caracas tenham aumentado para quase cinco milhões de barris até 8 de Agosto”.

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