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Refinaria de Ouro arranca em 2023

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Com o lançamento da primeira pedra para a construção da refinaria de ouro no país esta segunda-feira, 27, feito pelo Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, junto da Governadora de Luanda, Ana Paula Chantre Carvalho, o executivo pretende reduzir o valor que investe em prestações de serviços fora e valorizar a produção local.

A obra da refinaria de pequeno-médio porte que a principio irá trabalhar com um único turno, está ser feita com análise de refinação para os próximos cinco anos de produção em Angola. Uma promoção da ENDIAMA E.P e a GEOANGOL S.A, motivada pelo potencial auriféro no país, o projecto ocupa uma área real de 2.470 m2, avaliado em sete milhões de USD que inclue a construção, equipamentos, formação de quadros, consultoria para a parte extrativa, bem como a garantia de 30 empregos directos. Doze meses é o tempo limite para a conclusão da obra.

O Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, garantiu que por se tratar de produtos mineiros, poder-se-á reforçar as actividades do trabalho no sector.“Do ponto de vista social às actividades mineiras contribuem com projectos para as comunidades, empregando jovens qualificados”, disse o Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás. Com a expectativa de produção de 10 a 20 kg por dia, o pelouro espera que com a concessão da refinaria, outras empresas mineiras sintam-se incentivadas a investir em Angola.

Diamantino Azevedo, diz que “o processo de refinação vai motivar a criação de empresas de joalherias para aquisição do ouro, diamantes lapidados em Saurimo, actos que impactarão na vida dos angolanos”. O garimpo tem sido um dos entraves ao avanço dos diferentes projectos em andamento no sector e que chegam a atrasar a actividade de exploração. O Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo garante que a exploração oficial do ouro não concorre com o fenómenno do garimpo.

O responsável pelo sector das minas em Angola esclarece que para este fenómeno social ilegal, o governo tem estado a utilizar medidas pedagógicas e de punição para esta actividade.“Aqueles que realmente praticam a actividade do garimpo não melhoram a sua condição de vida. Quem beneficia efectivamente deste acto são os intermediários que compram produto e fomentam o garimpo”, lamentou o governante. A actividade mineira comporta atualmente quarenta licenças de prospecção, cinco projectos em produção.

Diamantino Azevedo apelou à melhoria do ambiente de trabalho no sector para a continuidade da criação das infraestruturas, laboratórios, ajuda na especialização das pessoas e empresas de sondagens. Segundo apresentações técnicas prestadas na ocasião por dos responsáveis da Geoangola e por um representante da construtora, o empreendimento comportará três seguimentos, nomeadamente, a refinação, o laboratório e a contrastaria e terá capacidade para produzir 25 quilos por dia, podendo incrementar esta cifra através de mais turnos de trabalho. Recorda-se no acto de lançamento da primeira pedra para a construção da refinaria de ouro na Geangol, Polo industrial de Angola, esteve a Governadora de Luanda, Ana Paula Chantre de Carvalho, o Secretário do Presidente da República para Esfera Produtiva, Isaac dos Anjos, PCAs, da ENDIAMA E.P, José Manuel Ganga e da Agência Nacional de Recursos Minerais, Jacinto Rocha, Administrador de Viana, Manuel Pimentel, representantes do Comércio e Indústria e convidados.

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